quarta-feira, 18 de junho de 2014

Tristeza Num Lugar Desconhecido

Um dia sem ter noção,
corria desesperada.
Ofegante estava o meu coração,
por estar perdida no meio do nada!
Chorava de desespero,
num mundo desconhecido!
Em cada canto era um aterro,
de um sonho quase perdido!
Desesperada num banco da vila,
suaves lágrimas correram.
No meu rosto triste fizeram fila,
num meu simples lenço se acolheram!
Olhava, olhava,
via alguém que sorria.
Meti conversa e perguntava,
que lugar era aquele que  não conhecia!
Diz que é um lugar agora desconhecido,
com calma vai conhecer.
Disse aquela alma ali aparecido,
com um simples gesto para  entender!
Sorriu, deu meia volta e caminhou,
em direção a uma saída.
Olhei curiosa aquele ser que me marcou,
num pensamento que me levava a Partida!
Triste, triste dia triste,
dia desesperado sem saida!
Alguém que normalmente não desiste,
sentiu em seu rosto uma suave lagrima caida!






*Maria C. Carmo (o poema)
foto retirada do google!








terça-feira, 10 de junho de 2014

Saudade

Que dor que sufoca,
que aperto faz no peito!
Faz a  cabeça ficar oca,
este sentimento de respeito!
Saudade de quem deixei,
no meu lindo Portugal!







segunda-feira, 28 de abril de 2014

Uma Estrela!



Vi uma estrela brilhar,
olhei para o alto fascinada!
Queria ela estrela reclamar,
por la estar, sem puder dizer nada!

Apontei o dedo sem maldade,
dizendo que ali estava segura!
Saiu correndo, deixando a saudade,
que já há muito tempo dura!

Correu, correu ate deixou rasto,
brilhando na mesma direção!
Parou distante em frente a um pasto,
fazendo seu brilho parecer um lampião!

Mas que estrela estranha,
pensava quem a visse.
Sorria mostrando manha,
ajudava a quem a servisse!

Foi deveras uma estrela muito bela,
seu brilho deveras estranho!
La em cima parecia amarela,
e em seu rasto cor castanho!


Poema Maria C. Carmo

Foto retirado do google!

quinta-feira, 13 de março de 2014

lembranças

Hoje sou uma criança,
sou apenas uma menina!
Tenho demais na lembrança,
historias de pequenina.
Quando corria rua abaixo,
brincava sozinha ao pião.
Fazia da latinha um pequeno tacho,
de terrinha fazia o pão!
Alegria não faltava,
quando feliz eu corria!
Pegava na corda e saltava,
sem saber o que fazia!
Corria alegre descalça,
por entre as pedras da rua.
Com um vestido de alça,
já não parecia que estava nua!
Sorria com gosto e maldade,
não tinha intenção de magoar!
era menina de pouca idade,
inocente e pronta para brincar.
Pura alegria era a que eu vivia,
saltando, sorrindo, vivendo!
Era feliz eu não sabia,
sem saber o tempo ia perdendo!




Maria C. Carmo (o poema)
foto retirada do google


domingo, 2 de março de 2014

O Dia Cinzento

Cinzento o dia nasceu,
o sol ficou escondido.
Cinzento, muito cinzento e perdido,
nem o sol apareceu.

Triste o dia nascer assim,
cinzento, muito cinzento e desanimado.
As flores nem acordam no jardim,
nem o dia fica lindo e perfumado!

O sol que da ânimo à vida,
desesperado tenta espreitar.
Mas desesperada uma nuvem jà vencida,
dà espaço ao sol para brilhar!





* Maria C. Carmo (o poema)
foto retirada do google

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Pequenos Contos Em Puzzles

Ouvi no silêncio,
segredos de memoria!
Noites e noites sugerindo,
que das tristes palavras não faça historia!
Cada conto, que conto,
são historia passadas.
são puzzles que monto,
de palavras bem guardadas!
Agora que o tempo passa,
jamais me lembro do que tenho para contar!
Serão só memorias de desgraça,
que aos poucos recordo para guardar.
São apenas pequenas letras,
que aos poucos formam castelos!
São escritas com canetas pretas,
no papel ficam contos bem belos!!!

























*Maria C. Carmo ( o poema)
Foto retirada do google.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Índia Livre

Passei minhas mãos em seu cabelo,
negro , comprido  e macio!
E era ela mulher índia, que sempre teve belo,
para mostrar no seu rosto, o simples brio!

Ho mulher de cor morena,
mulher pequena e bem feita.
Rebelde, amiga e serena,
índia livre mais que perfeita!

Sonhadora como quem espera,
um mundo simples e puro.
Mulher que luta e se esmera,
para fugir dum mundo pobre e muito duro!

Cada fio de seu cabelo,
caindo livre e voando.
Dizem ser livre, puro e belo,
transmitindo o som da índia cantando!

Cada gesto que faz,
livre e disfarçado.
E a coragem que ela trás,
num mundo que diz ser livre e abençoado!

Como foi bom sentir aquele cabelo macio,
sentir que era livre e capaz.
Sorrir ao ver que nele a índia teve brio,
voando ao vento como ela o faz!

Livre, livre, sim como ela é,
voando nos montes sentindo o vento.
India morena correndo a pé,
mostrando, que ser livre, é uma força do pensamento!!!





*Maria C. Carmo (o poema)

foto retirada do google.