domingo, 8 de setembro de 2013

Nasceu Mais Um Dia

Em cada nascer do dia,
agradeço sem pensar.
Se faço para mim romaria,
alegre o dia vai mais depressa passar!
Ó! que lindo dia estou vivendo,
hoje sem mais nem crer.
Sorriso matreiro eu estou tendo,
neste dia que vai passar sem eu querer.
Ó! Sorriso que alegre está agora,
neste nascer do dia.
Agradeço e peço não vás embora,
porque o que sinto mesmo é alegria!
Este dia não me é estranho,
é verdadeiramente, acolhedor.
Nasce este dia de grande tamanho,
que me dá alegria e me faz e vencedor!
Tenho que agradecer,
traduzi-lo em fantasia.
porque hoje sem mais nem crer,
nasce  de novo mais um dia!!



                  


* Maria Ribeiro (o poema)

foto retirada o Google.                            

Viver Vale A Pena

Sinto pena, se um dia perco memória.
Sinto é verdade, muita pena!
Quero cantar vitória,
dizer quando partir, valeu a pena.
A memória é algo que tenho sagrado,
é tudo que guardo, para depois recordar.
Lembranças que tenho bem guardado,
umas alegres outras que me fazem chorar.
Que importa! Só não me quero esquecer,
puder sorrir, falar sobre elas.
Conhecer e contar só para viver,
lembrar que memórias são sempre belas.
Espelhar o que vivi,
mesmo que sejam memórias fechadas.
Lembrar o que na vida também senti,
faz delas, memórias mais que engraçadas!
Se a perco tudo se vai,
o que fui já não posso lembrar.
E na minha memória de lá já não sai,
cada gargalhada que um dia dei a conversar.
Sinto pena se um dia vai acontecer,
espero que não!
Mas se tiver que ser,
que se me apague depressa meu coração!
Tristeza sentirei?
Até disso esquecerei?
Agora viver é uma mentira,
que eu sempre vivi e me enganei.
Mas vivo assim e guardo na memória,
por isso não quer perder, sinto pena.
para um dia cantar vitória,
dizer a todos, vivam, que vale a pena!!




*Maria Ribeiro (o poema)

foto retirada do google.

Caminhar É Viver

Pedra em cima de pedra, faz calçada,
caminho que descalça piso.
Mesmo fora da minha alçada,
 no meu rosto sinto um sorriso.
Calçada quente do sol,
caminho entusiasmada em frente.
Mesmo agora estando mole,
caminhar na calçada me faz gente!
Cada pedra que pisei,
senti que estava viva.
Agora que sei que não me enganei,
caminhar, caminho e sempre ativa.
Caminho firme em cima segura,
sei que me faz bem.
A vida é linda e pura,
e eu sei caminhar como ninguém!
Dou valor a cada pedra no caminho,
até quando passo a correr.
No fim sinto um breve carinho,
quando me lembra que caminhar é VIVER!!





* Maria Ribeiro (o poema)

foto retirada do google.


Sempre Voando

Hoje quase leve me levanto,
pareço voar, pareço um ave.
Em bicos de pé, enroscada com um manto,
voo do quarto até a cave.
Voei com certeza sem sentir,
que o fazia por rotina.
Levava o meu sono para dormir,
subia, para voltar a ser menina!
Voar era um sonho de criança,
fazia-o quase constante.
Feliz tinha sempre uma esperança,
de um dia, voar bastante!
Percorrer o mundo no alto,
olhar de cima para baixo.
ver estradas de terra cobertas de asfalto,
ver o mundo onde me encaixo!
Como é bom ser menina,
não esquecer de brincar.
Voar no sonho e ser traquina,
voar, voar e voar!
Voar porque estou leve,
porque acordei voando.
Sonhando o sono nada teve,
de eu acordar voando, voando!
Hoje que estou assim,
leve me levanto.
Vou voando até ao meu jardim,
enroscada no meu macio manto!!


 


* Maria Ribeiro (o poema)

foto retirada o google.

sábado, 7 de setembro de 2013

Mulher

Pessoa escolhida com carinho,
sorriso escondido de saudade.
Rosto frágil sofrendo devagarinho,
com o tempo e com a idade.
Mulher, que um dia foste forte,
um dia foste corajosa.
Mulher que agora entre a morte,
não deixaste de ser talentosa!
Mulher! sinónimo de fraqueza,
um dia o tempo passou.
Mulher é sinónimo de beleza,
diz o homem a quem um dia mulher amou.
Sim, mulher tem momentos tristes,
só mulher sabe mostrar.
Ouve e diz homem porque insistes,
eu não nasci para durar.
Sou mulher, sou emprestada a este lugar,
meu corpo mostra o desgaste da vida.
Não nasci para cá ficar,
nem para me sentir mulher perdida!
Agora com seu rosto magro e frágil,
todo o carinho é pouco.
Dar-lhe um sopro de carinho amável,
é dizer-me que um dia, seu corpo foi louco!!






* Maria Ribeiro (o poema)

foto retirada do google.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Adormeci

Adormeci no silêncio, no meu leito,
na paz que o meu corpo precisava.
Era forte a dor no meu peito,
que a mim tanto me preocupava.
Tremia de dor e de medo,
sentia calor e arrepio.
Mesmo sabendo que era cedo,
coberto meu corpo, sentia frio!
Eludi-me até descobrir,
que o que sentia jamais era perfeito.
Queria apenas fechar os olhos e dormir,
encontrar sossego no meu leito.
Fechei os olhos para pensar,
no silêncio me fiz dormir.
Sorte minha que ao acordar,
meu sono queria partir.
A dor que sentia,
de repente, me deixou.
Até eu senti que partia,
quando a alegria se afastou.
Foi uma dor fria, a que senti,
Minha alma me chamava.
Acordei e não parti,
sorri, sorri para quem me acordava!!

  


* Maria Ribeiro (o poema)

foto retirada do google



terça-feira, 3 de setembro de 2013

Amar, Amar e Amar

Paixão desejosa, ardente.
Amor escondido, digo até leviano!
Será que ele de lá não sai e já não sente,
aquela loucura que eu já por ele não chamo.
Sujeito, amante perdido.
Mereço, este amor louco?
Perco este carinho que está esquecido,
neste amor que eu acho pouco!
Quero mais, mais e mais.
Mereço ter tudo que desejo.
Espero em silêncio, porque amar assim,
é bom e eu sensível fico sem traquejo.
Desejo amar, amar e amar.
Sem limites sem restrições,
quero mais, mais sem parar.
sem sofrer, sem desilusões!

  


* Maria Ribeiro (o poema)

foto retirada do google.